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Piaçava

Da palmeira “Attalea funifera Martius” é extraída a piaçava. Essa espécie é nativa do sul da Bahia, mas também pode ser encontra nos estados de Alagoas, Espírito Santo e Sergipe. Ela costuma crescer em solos pobres, arenosos e ácidos, onde outras culturas não vingam.

O nome “piaçava” é de origem tupi, traduzido como “planta fibrosa”, já que a palmeira produz uma excelente fibra muito flexível, resistente, rígida, lisa, de textura impermeável e muito longa, podendo atingir até três metros de comprimento.

A colheita deve ser feita apenas uma vez por ano, para que possam se formar fibras mais longas e de melhor valor comercial. A fase considerada como mais apropriada para a colheita é de março a setembro, uma vez que nos meses mais quentes, a fibra colhida fica menos flexível.

A fibra normalmente era utilizada na confecção de vassouras, escovas, cabos navais e cordas. Como matéria prima para o artesanato, podem ser utilizadas tanto a fibra da piaçava quanto a folha, que pode ser trançada para confecção de peças como bolsas, tapetes e alguns utilitários. As peças feitas com esse material normalmente são muito resistentes e duráveis.

Um dos destaques brasileiros no uso da piaçava é o designer Sérgio J Matos, que trabalha em conjunto com comunidades da Amazônia, aprendendo no local tudo sobre a cultura e a tradição artesanal para incorporá-las em peças com um design inovador que já ganharam até mesmo prêmios internacionais. As peças são executadas por habilidosos artesãos locais, principalmente das cidades de Barcelos, no Amazonas.

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From the palm “Attalea funifera Martius” the piaçava is extracted. This species is native to southern Bahia, but can also be found in the states of Alagoas, Espírito Santo and Sergipe. It usually grows on poor, sandy, acid soils where other crops do not.

The name “piaçava” is of Tupi origin, translated as “fibrous plant”, since a palm tree produces an excellent fiber that is very flexible, resistant, rigid, smooth, waterproof and very long, being able to reach up to three meters in length.

Harvesting should be done only once a year, to form longer fibers of better commercial value. A phase considered as more appropriate for a harvest from March to September, since the warmer months, the fiber harvested is less flexible.

The fiber was used in the making of brooms, brushes, naval cables and ropes. As a raw material for handicrafts, both piaçava fiber and leaves can be used, which can be braided to make pieces such as bags, rugs and some utilities. The piecess made from this material are usually very resistant and durable.

One of the Brazilian highlights in the use of piaçava is the designer Sérgio J Matos, who works together with Amazonian communities, learning everything about the culture and the artisan tradition to incorporate them into pieces with an innovative design that have even gained International awards. The pieces are executed by skillful local craftsmen, mainly of the cities of Barcelos, in the Amazon.

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