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Tipiti | Baniwa

A mandioca é uma das fontes de alimento mais antigas cultivadas na América do Sul. Variedade comum na região amazônica, a mandioca brava é venenosa e passou por um processo de domesticação pelas populações indígenas até se tornar própria para o consumo. Para isso, foram criados diversos artefatos – entre eles, o tipiti, utilizado até hoje na secagem da massa de mandioca para a produção de farinha pelos povos tradicionais da Amazônia.

O Dicionário do Artesanato Indígena classifica o tipiti como um cesto de trançado que pode ter diferentes formas e tamanhos. Ele é usado para extrair o líquido da mandioca, o tucupi. O Tipiti virou até mesmo uma música que explica um pouquinho do processo de extração de forma lúdica. É cantada por Dona Onete, uma cantora paraense e você pode ouvir abaixo:

Como funciona

O tipiti é um cilindro de aproximadamente dois metros de comprimento cujas extremidades são reforçadas. Em um dos lados é colocada a massa de mandioca, prensada pelo objeto para extração do líquido – no caso da mandioca brava, um caldo amarelado e letal para o ser humano.

Esse líquido, entretanto, muitas vezes é aproveitado. Após a extração, é recolhido e fervido para elaboração do tucupi, caldo utilizado em pratos típicos da Amazônica, como o tacacá. A massa seca resultado do processo de extração é, então, transformada em farinha.

Para produção do tipiti, primeiro é necessário escolher a matéria prima. Normalmente são utilizados a fibra de arumã da palmeira jacitara para fazer o trançado. A diferença entre as duas fibras é que o cipó arumã seca a massa mais rapidamente, mas dura menos.

Os trançados indígenas têm usos diversos na vida social das populações. As estruturas básicas, entretanto, exigem técnica com o uso das mãos, coordenação motora e imaginação do artesão.

Assista abaixo um pouco do processo alimentar dos indígenas do Alto Rio Negro, que tem como base a mandioca. No vídeo, da para ver um pouco do uso do tipiti!

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Com informações de: http://portalamazonia.com/noticias/conheca-o-tipiti-tecnologia-indigena-de-uso-secular-na-amazonia

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